A contabilidade de uma ESC não se parece com a de uma empresa comum.
Ela não pode optar pelo Simples Nacional, tem escrituração contábil digital obrigatória e apura IOF a cada dez dias. A Trezzuri faz a ponte com quem já trabalha nesse regime todos os dias.
Dois serviços, ao lado do sistema.
O software resolve o cálculo, o contrato e o registro. Estas duas ficam fora dele: uma antes de a operação começar, a outra todo mês depois que ela começa.
Abertura da ESC
Constituir a empresa com o objeto, o CNAE e o enquadramento que a Lei Complementar 167/2019 exige, feito por quem já abriu outras. Começar certo evita refazer a estrutura contábil com a carteira já rodando.
Contabilidade da ESC
Escrituração, apuração do IOF e dos tributos sobre a receita de juros, e as obrigações acessórias do regime. O SOMA já entrega os números apurados; o contador especializado fecha em cima deles, sem reconstruir a operação a partir de planilha.
Três exigências que um contador de fora do segmento descobre tarde.
Nenhuma delas é opcional, e as três aparecem já no primeiro exercício da empresa.
Não pode optar pelo Simples
A Empresa Simples de Crédito está fora do Simples Nacional. A apuração segue outro caminho, e quem monta a estrutura contábil supondo o contrário refaz o trabalho depois.
ECD obrigatória
A escrituração contábil digital é obrigação, não escolha. Ela precisa refletir a carteira operação por operação, e é aí que planilha e sistema genérico deixam buraco.
IOF a cada dez dias
A apuração do IOF é decendial. Três fechamentos por mês, o ano inteiro, sobre o que foi concedido. O SOMA apura; alguém precisa conferir e recolher no prazo.
A gente faz a ponte e acompanha. Quem executa é o parceiro.
A Trezzuri não constitui a sua empresa nem assina a sua escrituração. O que a gente faz é escolher quem faz isso conhecendo o segmento, alinhar o que o sistema entrega para o serviço, e continuar na conversa quando alguma coisa não fecha.
Isto não é consultoria.
A Trezzuri não interpreta o seu caso jurídico nem decide a estrutura tributária da sua empresa. Explicar o que o regime exige, em linhas gerais, é uma coisa; dizer o que você deve fazer é outra, e essa segunda é do profissional que assina.
O que perguntam antes de contratar.
Vocês abrem a ESC para mim?
A abertura é feita por um parceiro contábil especializado, que constitui a empresa com o enquadramento que a LC 167/2019 exige. A Trezzuri faz a ponte e acompanha; quem assina é o parceiro.
Quem presta o serviço?
Parceiros especializados em Empresa Simples de Crédito. A Trezzuri faz a ponte, alinha o que o sistema entrega e acompanha o andamento. Quem constitui a empresa e quem assina a escrituração é o parceiro.
Posso continuar com o meu contador?
Pode. O ponto não é trocar de contador, é o regime: a ESC não pode optar pelo Simples Nacional, tem escrituração contábil digital obrigatória e apura IOF a cada dez dias. Se o seu contador já trabalha assim, o SOMA entrega os números para ele pelos relatórios e pela API.
Preciso usar o SOMA para contratar os serviços?
A conversa começa pela sua operação, não pelo sistema. Com a carteira dentro do SOMA o trabalho fica mais direto, porque o cálculo, o contrato e o registro já estão lá e ninguém precisa reconstruir a apuração a partir de planilha.
Quanto custa?
As condições são tratadas caso a caso, na conversa, porque dependem do tamanho da carteira e do que já está organizado. A gente não publica valores no site.
Conte em que ponto a sua ESC está.
Se ela ainda não existe, a conversa começa pela abertura. Se já opera, começa por quem fecha o mês e pelo que costuma travar.